Marta entra pra fazer história! Mas não foi a que todo o mundo esperava.

Marta

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Hoje foi mais um dia na agenda da copa do mundo de futebol Feminino e em especial, para os brasileiros que estão acompanhando, havia uma expectativa grande para a partida entre Brasil e Austrália. Isso por que teríamos a oportunidade de ver Marta  estrear na copa.

A Camisa 10 do Brasil dispensa apresentações para quem conhece ao menos o minimo do futebol de nossas mulheres. Está participando de sua quinta copa do Mundo além disto foi 6 vezes considera a melhor jogadora do Mundo pela fifa e coleciona várias bolas e chuteiras de Ouro recebidas por diversos campeonatos, porém este jogo seria sua oportunidade para mais um marco histórico em sua carreira como jogadora, mas não o que todos esperavam.

Antes da Partida, Marta colecionava um numero total de 15 Gols em copas do Mundo. Estava em segundo lugar como maior artilheira da história da competição, igualada a Ronaldo e atrás apenas de Klose (atacante alemão). Muito provavelmente, ao longo do campeonato, Marta irá ultrapassar o Atacante alemão, pois no jogo de hoje conseguiu marcar o seu décimo sexto! Também conquistou o titulo de ser a unica a marcar em 5 copas diferentes. Bom, resumindo, ela é foda.

A questão em especial não foi em si suas conquistas pessoais mas o que na minha opinião devemos considerar como histórico seja sua postura pela luta de igualdade seja dentro ou fora do campo.

O gesto que Marta fez após o gol (foto acima) ao apontar para sua chuteira representa sua luta por igualdade de gênero no esporte. A chuteira que ela está usando não possui nenhum patrocínio, além de apresentar um sinal de “=” na cor Rosa. Acontece que desde de 2018 a nossa artilheira está sem nenhum patrocínio de material esportivo. Houve novas propostas e até mesmo renovação de contratos, mas todos foram recusados pela atleta justamente por serem ofertas em valores muito menores do que o comum para outros jogadores equivalentes a ela mas do universo masculino do futebol.

Marta é uma das 5 embaixadoras da ONU Mulheres e representa o simbolo de luta pela igualdade de gêneros no esporte. Acredito que ver a copa do Mundo de futebol feminina sendo transmitida ao vivo com cobertura tanto da Rede Globo quanto da TV Bandeirantes é fruto da luta de sua causa. Esperamos mesmo que a desigualdade no esporte seja cada vez menor e que não fique na disputa apenas dos milhões que um ou uma atleta possa receber mas que também o apoio possa alcançar as jovens meninas para que elas tenham apoio para acreditar em um futuro diferente, num mundo onde o esporte possa fazer a diferença tanto para eles quanto para elas de forma muito mais ampla.

Só uma coisinha, parece que surgiu uma paginas ai com o simbolo que a marta está usando na foto. Simplesmente brotou na internet e não sei se são paginas oficiais da jogadora ou apenas uma galera que soube aproveitar o momento para bombar nas redes. Por tal motivo vou deixar imagens aqui sem os famosos créditos.

Bjs e sigam a gente la no insta! See ya ~~ (:

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Menina do Teatro

xaxa

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O seu laço
Feito de braços
Que me prendem
E agarram.

Aii
Por que me perco,
Em tão macios cachos?

Me mostra seu roteiro
Me leva em seus ensaios
E deixa-me ali
Na plateia, no aguardo.

Pois faz de mim,
O mais sortudo homem.
Quando sou o escolhido
Para dividir seu espetáculo!

A Leprechaun

maxresdefault

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O ferro acima da cabeça estava puro gelo. O corpo abaixo do crânio queimava por dentro. Havia alívio no toque gélido do metal que fazia com que o suor interno não fosse algo duramente tortuoso.

As pálpebras pesavam e estranhamente ficavam cada vez mais rígidas. Cada singelo som do lugar representava uma nova martelada em sua massa cinzenta, fosse o ruído dos fones de ouvido altos o suficiente para escorrer por fora da orelha do rapaz que estava a sua esquerda ou fosse pelas risadas estridentes das duas mulheres de meia idade a sua direita.

Uma pontada de dor abaixo das costelas, pela lateral das costas representava uma cotovelada advinda dos empurrões da última parada. Era assim todo santo dia. A mesma rotina com as mesmas ocorrências, em ordem aleatória, mas nenhuma delas faltava uma vez sequer.

O problema não era o ambiente, a isso já havia se tornado seu habitat natural, mas sim que hoje o inferno queimava dentro do seu corpo e a fraqueza de espírito naquele momento fazia-o perceber quanto era deprimente ter se acostumado aquela opressão diária.

A temperatura do aço, acima de suas ideias, já havia se tornado ambiente e não tendo onde ou como estender a outra mão para buscar um novo pedaço de salvação acabou por aceitar que sua condenação estava sentenciada.

De repente sentiu um ligeiro choque passando por suas têmporas, fazendo sua testa enrugar ao tempo em que sua arcada dentária travava, enquanto sugava a sobra de saliva na boca percebeu que algum tipo de poeira cármica preenchia a parede de suas narinas. A sensação da morte certa se aproximava, vinda do fundo de seus pulmões, subindo pelos canos internos do corpo ao qual ele não sabia seus nomes. Uma força descontrolada como o estouro de uma debandada explodiu pelo seu nariz fez com que sentisse uma badalada dos sinos de Notre Dame batendo dentro de sua caixa craniana. Mas ele nunca havia ouvido Notre Dame. Um muco viscoso se acumulava dentro de seu sistema respiratório e o fato de não ter sido expelido brutalmente em todas as pessoas ao seu redor fez com que sua fé em Deus fosse restaurada.

Depois da explosiva reação de limpeza natural das suas narinas os olhos fecharam inconscientemente. Lentamente, enquanto os abria, percebeu uma nova figura no local. Em cima do ombro esquerdo do jovem negro sentado a sua frente havia um pequenino senhor barbudinho, vestido de um mini terno verde folha, com calças verde musgo, sapatos verde água e um chapéu verde escuro. Na parte detrás de suas calças ficava preso o caule de uma folha que o protegia a cima da cabeça. O seu rostinho enrugado somado ao monóculo preso em seu olho direito dava a entender que aquele sujeitinho já estava com uma idade bem avançada.

Era curioso. Aquela criatura havia surgido de algum ou qualquer lugar e estava examinando atentamente o rapaz, dono daquele ombro, mas ele parecia não poder perceber a presença do intrigante ser esverdeado. Foi então que, após concluir sua análise, o pequenino duende tirou um saquinho que estava junto a seu cinto e jogou um punhado de poeira no rosto daquela pessoa que em alguns instantes se pôs a dormir.

O velho elfo então caminhou pelo trapézio do dorminhoco e desapareceu ao entrar pelo seu ouvido. Aquela situação era bizarra e assustadora! E a surpresa fez com que pudesse até mesmo esquecer, por algum momento, a temperatura de suas entranhas aumentando. Quando pensou em acordar o rapaz sentado a sua frente para avisá-lo do parasita em sua cabeça percebeu que o pequeno gnomo agora se revelava em outro lugar.

A menina recostada na porta do vagão estava lendo algum livro qualquer sobre como tocar o foda-se para as coisas da vida de maneira correta. Uma garota esbelta e alta, de pele clara, com poucas sardas no rosto facilmente confundidas com canduras. Tinha longos cabelos louros que estavam enrolados em si mesmos no topo de sua cabeça formando um coque. E foi ali, sentado como um passarinho verde num ninho de palha dourada que o homenzinho estava. Observando do alto parecia muito interessado nas reações que a senhorita expressava a cada página lida. E no momento em que ela hesitou em virar uma página e, ao invés disso voltou a página anterior, o ser humaninho fez sua mágica! Uma leve chuva de pó verde recaiu sobre o rosto e os olhos da menina que lentamente deixou o corpo se apoiar mais entre a porta e o recosto do banco ao seu lado, o livro provou seu peso sobre a mão amolecida e foi se fechando enquanto o braço sedia ao apoio da mochila que carregava a frente do corpo. Dormiu. Essa com a boca aberta ainda, coitada. Aquela versão de papai Noel fundida a Luigi do Mario Bros, se aproveitou da situação e descendo pelo rosto, da indefesa e adormecida mulher, entrou em sua boca. Sumiu.

Após ter sido testemunha de mais uma cena sem nenhum tipo de explicação plausível começou a questionar então sua sanidade. Ao mesmo tempo, sentia pequenos tremores deslizarem por todo o seu corpo enquanto o suor gelado praticamente lavava seu rosto. Foi neste momento que sem aviso percebeu pequenos e leves toques subindo das costas, pelo pescoço até seu ombro esquerdo. Lá estava ele, a diminuta criatura. No fundo, já sabia que cedo ou tarde também seria a sua vez, mas não havia o que pudesse fazer para sua proteção e segurança. Seu corpo agora pesava toneladas e seus glóbulos oculares estavam duros como bolas de gude. Quando percebeu que a batalha estava perdida e demonstrou sua rendição ao deitar suas pálpebras sobre os olhos antes mesmo que o pó verde fosse necessário, escutou no pé do ouvido uma voz rouca e animadora:

– Hoje o Velho Leprechaun vai te levar para uma viagem muito doida cara!

Depois da última palavra o breu total tomou conta do mundo. E, como se um buraco tivesse aberto aos seus pés, ele caiu. Caiu mais. Caiu fundo e pesado. Sentia a turbulência do caminho enquanto seu corpo era jogado de um lado para o outro, tremendo sem nenhum controle. Os olhos, mesmo fechados, eram atingidos por diversos lampejos de luzes coloridas. “O caminho do arco-íris!” Pensou e sentiu que havia sorte em tudo aquilo, pois tinha certeza que ganharia um pote de ouro ao final da viagem.

Se lhe perguntarem, com certeza, não saberia responder por quanto tempo essa loucura durou. Mas em algum momento uma luz forte atingiu a pele de seus olhos pelo lado de fora e um toque suave e macio de uma mão rechonchuda apertava seu braço enquanto uma voz firme dizia: Acorda Rapaz! Demorou alguns momentos até ter forças para levantar as pálpebra se se acostumar com a luz do local que era refletida brilhantemente pelas paredes claras. Em sua frente havia o que parecia duas moedas douradas, bem pequenas “O Tesouro!” pensou. Mas infelizmente, quando o nublado turvo dos olhos passou percebeu que aquele ouro eram apenas dois comprimidos amarelos na palma da mão de uma enfermeira da estação de metrô. O frio que sentia era ao ponto de bater o queixo e prometeu a si mesmo nunca mais seria enganado pela febre ou por um Leprechaun.

Dia dos Namorados: 10 dicas para surpreender a pessoa amada

Eeeeehhh La vem a Quinta que indica! Hoje to reblogando um post muito caprichado e bonito da “Pitacos e Achados”. É um blog que tenho visto a muitos e muitos tempos (:
Espero que deem uma força lá e que gostem do conteúdo.
Ah! E não esquece de acessar a rede dele neah:
@pitacoseachados
facebook.com/pitacoseachados
twitter.com/pitacoseachados

E não vai esquecer da gente né?
@CrimeSemCastigo

Blog Pitacos e Achados

Dia dos Namorados 10 dicas para surpreender a pessoa amada - pitacos e achadosOlá pessoal!!

O Dia dos Namorados é uma tradição importada e, para muitos, não passa de consumismo. No entanto, existem vários motivos para celebrar essa data e fazer dela um momento marcante.

Muitos casais dizem que depois do casamento a relação fica mais sem graça e que o amor se transforma com a rotina. Com isso, algumas datas comemorativas são deixadas de lado (muitos passam a comemorar só o aniversário de casamento/namoro e olhe lá!)

Mas a grande verdade é que isso só acontece quando o casal se acomoda e deixa de priorizar o relacionamento. 

O dia dos namorados é uma ótima oportunidade para que o casal se aproxime e fortaleça assim, a relação. Apesar disso, algumas pessoas deixam essa data passar em branco por falta de tempo, dinheiro, ou até mesmo por estarem de mal um com o outro.

Veja abaixo porque vale a pena separar um tempinho para surpreender…

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Por que precisa fazer sentido?


Qual a forma de dar sentido as coisas? Já parou para pensar como é angustiante quando tentamos fazer algo na qual não enxergamos sentido? E o pior de tudo, fica um gosto amargo na boca como se esse algo fosse errado. Mas a qual sentido eu me refiro? Afinal, podem existir várias formas de sentido.

O mais comum é darmos um preço a tudo aquilo que fazemos. Logo nos perguntamos: para que vou fazer isso? E o que isso vai me trazer em troca?

E é aí o mais cruel dos sentimentos. Quando não valorizamos aquilo que fazemos por que não envolve na maioria das vezes um valor monetário nisso. Há alguns dias vi uma postagem de um blog amador e com bem poucas visualizações (assim como este que você está lendo) postando algo assim “acredito que esse é o fim do blog”. Não era exatamente essas palavras, mas o sentido é o mesmo. Um post bem curto de uma despedida.

Percebi ao comentar nessa postagem que o autor do blog tinha perdido o sentido dele. Como descobri isso? Eu simplesmente comentei na postagem “lembre quando você começou o blog qual era sua motivação” e aí o cara simplesmente desistiu de encerrar sua página. Obviamente tinham outros comentários de apoio no mesmo tom do meu. A questão é que acredito que ele conseguiu resgatar o sentido pessoal de escrever um blog.

Muitas das vezes iniciamos projetos na nossa mente e não tiramos eles do papel por que não acreditamos no seu desenvolvimento ou no resultado que ele pode gerar. Isso por que nossa sociedade está intensamente treinada para fazer uma equação, muitas vezes inconsciente, na qual procuramos um resultado que traga algum valor em troca do nosso esforço. A gente não estuda por estudar, ou produz por produzir. Há sempre outras questões mais importantes na qual precisamos focar e dedicar nosso tempo.

Isso faz com que aquilo que expressa quem somos se torne algo muitas vezes vazio e sem sentido.

Eu gosto dessa música do Oasis, e desse álbum também. É o momento mais louco e “nosense” da banda. Mas é justamente isso que me agrada. Fazer um álbum grandioso de coisas que só fazem sentido quando você aprende a dar sentido aquilo que realmente importa. Afinal, ninguém sabe qual o real valor das coisas (:

Stand by me
Nobody knows
The way it’s gonna be
Stand by me
Nobody knows
The way it’s gonna be