Tatiane

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Hoje
Ao descansar das ruas
Quando apenas as criaturas noturnas estavam despertas
Recorro ao colar em meu pescoço.

Das diversas cores
Foi o branco que levei aos lábios
Rogando perdão pelo azedume amargo no peito.

Da espada julgadora em mãos
Me vi transtornado, confuso em lamentação.

Pois triste é aquele que se permite fazer do Amor a raiva.
Esquece tudo em que acredita
E se perde por mal dizeres.

Faz de si acusador
Perdendo o calor do colo
Carinho que outrora sempre soube oferecer.

Injusto é o sentimento
Que te faz errado por te-lo direito de sentir.

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